Publicado por: iaramarfim em: maio 6, 2010
Vivemos intrinsecamente enraizados a hábitos, costumes, idéias e sentimentos. Estamos atuando, inevitável e constantemente, no nosso espaço e, em conseqüência, no espaço do outro. Somos agentes e produtos culturais em eterna mutação, repetindo e transformando o que já existe.
Precisamos saber trabalhar com, e para, nossa cultura, em nosso beneficio. Utilizando a política dentro dela, transformando ou mantendo-a de forma cuidadosa, conscientes de que nós somos o que produzimos e vice-versa. Assim, respeitando nosso passado e futuro.
O sentido de “melhor” não se encaixa na realidade da diversidade cultural. Cada povo tem sua cultura, dentro dela suas tribos e cada indivíduo tem sua múltipla identidade. Não existe diploma, farda, dogma ou lei que construa uma pirâmide hierárquica na produção da vida humana.
A cultura tem lugar único e relevante na atualidade, transcendendo e trabalhando com a política e a economia, sendo pensada com um novo olhar. Hoje temos culturas globais. O mundo “diminuiu” graças às novas tecnologias de comunicação e transporte. Discute-se sobre perda de raízes ancestrais, criação da nova “pangéia “ global e sua cultura homogênea, no auge do domínio da globalização. Mas, o produto do Século das Luzes, o Individuo (com suas fortes “Sizígia” e “Persona”), está presente para conflitar com todas as tentativas de generalização.
junho 16, 2010 às 3:04 am
gostei do blog!favoritei.