iarazul

“Hoje sonhei que assava um pato. Logo depois de pronto, uma amiga, Isbela, vomitava em cima dele sem querer e ninguem comia! Sendo o sabor do pato, para sempre, um misterio…”

 

– Conversa com Isbela sobre o sonho:

 

Isbela – (…)que posso dizer… desculpa por vomitar no seu pato assado, seja lá o que isso for

 

 

Eu – qual será o significado disso velho?

cadê o dicionário de sonhos?

“vomitaram no meu pato”

pato é um animal terrestre, só que ao mesmo tempo tem asas, mas não voa muito bem e é mais gracioso na água, mas ele não é aquático mesmo, ne?

ele é uma fusão de três elementos

então pode ser que estou numa fase tripla, indecisa, cheia de alvos mas sem foco, pois são três

quero voar mas não sei, sou desengonçada na terra e o lugar que me dou melhor é o lugar que não me pertence

ai vem você, que é a anja do vomito sagrado

e VOMITA nisso tudo!

me mostrando que é tudo uma viadagem e que é pra eu acordar e tomar tento na vida.

Será que é isso?

 

Isbela – vc tem que procurar o q a zorra do pato significa pra VC. e que sensações e lembranças te traz e o que vc lembra de ter sentido quando eu apareço nessa cena e… vomito na sua obra

Eu – vei, acho que pato não significa nada pra mim

eu nunca penso em patos

nunca falo em patos

foi a primeira vez que sonhei com pato

eu nunca nem comi um pato!!

você tava la com a galera, tinha mais gente, mas não lembro quem

e logo depois de eu tirar o pato do forno, você via, falava : “ó, que bonito..” ai vomitava em cima dele..

Isbela – isso é forte.

Aah gente! Sabem o que fui assistir ontem? “Nosso Lar”, aquele filme super caro baseado na obra de Chico Xavier e tal… minha crítica é a seguinte: O espiritismo foi criado por Allan Kardec, um BURGUES – CIENTISTA – FRANCES – DO SEC. XIX.

Quero dizer, é muito facil identificar essa raiz e herança na religiao! Vou exemplificar com o filme: O Nosso Lar (uma das cidades espirituais onde vao espiritos ja com alguma elevaçao consideravel) é igual a um condominio fechado; consigo ate imaginar uma propaganda: “Nosso Lar Ville!! O seu sonho de vida! aqui temos segurança, limpeza, praças arborizadas, ruas pavimentadas e casas elitizadas! Onde sua familia poderá, enfim, viver em paz! Ja está se esgotando, compre logo a sua!”.
Tem um plano que fica entre a Terra e as cidades espirituais que se chama Umbral, onde ficam os suicidas e as pessoas que nao conseguiram ser protagonista da Malhaçao na vida real: elas ficam lá agonizando e sofrendo na lama. MAS NAO SE PREOCUPE! As cidades espirituais para evoluidos (aposto que a Sandy vai pra lá!) tem grandes muros rodeando elas e sem nenhuma porta!!   Nao é qualquer um que entra no Nosso Lar Ville! So os com elevaçao espiritual que conseguem passar pelo muro – nao sei pq, mas isso me lembra muito a relaçao de favelas/alphaville (e se voce odeia pagode, sertanejo, arrocha… lá é sue lugar! So toca musica erudita, pq essas outras sao de preto pobre que merece ir pro Umbral!)-

E pra terminar so mais uma observaçao: Eles falam que a vida aqui é uma copia de la (e la a tecnologia é super avançada, tipo carros voadores e etc..) e que quanto mais evoluirmos e o tempo passar mais nossa tecnologia aumentará e se assemelhará a tecnologia de lá = quanto mais evoluçao espiritual mais evoluçao tecnologica? Entao quer dizer que é cientifica/religiosamente provado que as tribos africanas, ou indigenas ou sei la de onde, com pouca tecnologia, sao menos evoluidas espiritualmente do que os cidadoes da Europa, por exemplo?!

Conclusao: A vida após a “morte” para os “bonzinhos” é um grande deleite burgues

Nao sou ateia mas tudo tem limite, ne?

Em homenagem a UFBA e minha volta as aulas:

Veja que beleza
Em diversas cores
Veja que beleza
Em vários sabores
A burrice está na mesa
Ensinada nas escolas
Universidade e principalmente
Nas academias de louros e letras
Ela está presente
E já foi com muita honra
Doutorada honoris causa
Não tem preconceito ou ideologia
Anda na esquerda, anda na direita
Não tem hora, não escolhe causa
E nada rejeita

Veja que beleza
Em diversas cores
Veja que beleza
Em vários sabores
A burrice está na mesa

Refinada, poliglota
Ela é transmitida por jornais e rádios
Mas a consagração
Chegou com o advento da televisão
É amigo da beleza
Gente feia não tem direito
Conferindo rimas com fiel constância
Tu trazes em guarda
Toda concordância gramaticadora
Da língua portuguesa
Eterna defensora

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Vivemos intrinsecamente enraizados a hábitos, costumes, idéias e sentimentos. Estamos atuando, inevitável e constantemente, no nosso espaço e, em conseqüência, no espaço do outro. Somos agentes e produtos culturais em eterna mutação, repetindo e transformando o que já existe.

Precisamos saber trabalhar com, e para, nossa cultura, em nosso beneficio.  Utilizando a política dentro dela, transformando ou mantendo-a de forma cuidadosa, conscientes de que nós somos o que produzimos e vice-versa. Assim, respeitando nosso passado e futuro.

O sentido de “melhor” não se encaixa na realidade da diversidade cultural. Cada povo tem sua cultura, dentro dela suas tribos e cada indivíduo tem sua múltipla identidade. Não existe diploma, farda, dogma ou lei que construa uma pirâmide hierárquica na produção da vida humana.

A cultura tem lugar único e relevante na atualidade, transcendendo e trabalhando com a política e a economia, sendo pensada com um novo olhar. Hoje temos culturas globais. O mundo “diminuiu” graças às novas tecnologias de comunicação e transporte. Discute-se sobre perda de raízes ancestrais, criação da nova “pangéia “ global e sua cultura homogênea, no auge do domínio da globalização. Mas, o produto do Século das Luzes, o Individuo (com suas fortes “Sizígia” e “Persona”), está presente para conflitar com todas as tentativas de generalização.

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A cidade é um hipertexto e o cidadão seu agente modificador.

Cada individuo está em constante transformação, se destruindo e reconstruindo. Ele expressa isso, concretamente, na sua cidade e, também através dela, nas outras pessoas. A cidade é o espaço onde a sociedade transcende ela mesma a todo momento.

Nosso poder de comunicação e articulação de pensamento vai alem da palavra; pensamos entre as línguas e através delas.

Nunca fui o grande ou primeiro amor de ninguem e me enche de desespero saber que talvez nunca seja .

Nunca vou achar o que procuro, porque o que eu busco nao existe .

Sempre o medo e o rancor vencem a corrida contra o amor .

Sempre sou deixada por cansaço .

Às vezes rio disso tudo .

Gosto de dinheiro, gosto de gasta-lo, gosto de ter, gosto de usar, gosto de variedade, gosto de consumismo e sou completamente apaixonada pela vida burguesa!

Preciso começar a trabalhar .

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